terça-feira, 25 de março de 2008

exausto

estou cansado, frenético, a música anda me irritando, tenho dor no pescoço e nas costas, to atolado de compromissos e de cafeína.

abraços são bem-vindos

segunda-feira, 10 de março de 2008

pequeno resumo perspectivo generalista incisivo pleonástico

estou contente com muitas coisas. com a minha rotina de três dias apertados, com minha nova casa e meus companheiros de teto, com meu quarto bagunçado e com minha cozinha sem acessórios. estou contente com minhas TLs, com meus créditos, com minha pesquisa complicada e com as 1000 páginas de livro que eu tenho que ler. estou contente com as saídas universitárias, com as aventuras ao mundo feminino, com as bebidas e outras-coisas-mais-que-prefiro-não-citar, com minha conta bancária paupérrima, com o santo bandejão de todo dia e com o marmitex do final de semana. estou contente também com a velocidade que eu como (lentamente, muito lentamente), com a velocidade que eu leio, com a velocidade que eu ando, com a velocidade que eu transo, com a velocidade que eu penso e com a velocidade que eu (não) durmo. estou contente com o café, com o suco de laranja, com a água de garrafa de 2 litros. estou absolutamente contente com minhas pilhas recarregáveis, com meu computador de 3000 mp3, com meu mp3 player e com meus fones de ouvido hiper-felizes. estou contente com minha timidez, com meu mau-humor periódico, com minha dor nas costas, minha postura incorreta, com a voz da kuroneko, com a ausência de balas de café na cantina, com o pouco francês que eu sei e a defasagem relativa ao que eu deveria saber, com meu celular 1100 reativado e a todo vapor. estou contente com isso tudo e muito mais.


eu realmente não exijo muito da vida.

sexta-feira, 7 de março de 2008

headache

e as vezes eu quero desistir disso que andam chamando de poesia. poesia vai virar ganha-pão, que triste. bons tempos do século XIX onde a gente podia ser formal e inteligível. hoje o que vale é a charadinha indecifrável (sem resposta na verdade). e depois eles vem chorar no meu ombro dizendo que andam perdendo público, e que a culpa é dos meios de comunicação em massa, da educação me má qualidade, da ignorância dos meros mortais. eu discordo. eles são uns linguístas reprimidos. e poesia não é linguagem pura, apesar de ser feita de linguagem.

olha, o último post foi sobre isso, então estou sem motivação pra escrever.





lili é a dona do meu silêncio.